Publicação contendo estudos do mecanismo de cooperação e a diversidade do comércio bilateral entre os países emergentes em franco desenvolvimento, do grupo BRIC, formado pelo Brasil, Rússia, Índia e China.
Álbum fotográfico da cerimônia de entrega do Prêmio UNESCO na categoria Educação. O presidente Lula é o primeiro chefe de Estado a ganhar o Prêmio Unesco, criado em 1999.
VÍDEO PRODUZIDO POR JOVENS DO PROGRAMA ADOLESCENTE TRABALHADOR DO BANCO DO BRASIL, ENFATIZANDO O PROGRAMA DO GOVERNO FEDERAL 'PROGRAMA PRIMEIRO EMPREGO'.
Documentário do Equador. Apresenta o relevo, o clima, a vegetação, a população, composta por 80% de indígenas e mestiços, e animais típicos da fauna equatoriana. É dividida em quatro regiões geográficas e ilhas de origem vulcânica. Quito é a capital administrativa e cultural do Equador e Guaiaquil é a capital econômica e principal porto do país.
Contém quatorze faixas musicais de evangelização, interpretadas por Allen Barros, Ana Paula Saraiva, Anízia Lins e Rogério Araújo.
Principal símbolo da cultura popular do Espírito Santo, a panela de barro, é uma tradição tipicamente capixaba, herdada há mais de 400 anos. Apesar do longo tempo, a confecção das panelas guarda uma persistência da técnica e de organizacão secular, cujo ofício, passado de 'mãe para filha' sofreu pouquissimas alteracões no processo artesanal.
Wajãpi é o nome utilizado para designar os índios falantes desta língua Tupi que vivem na região delimitada pelos rios Oiapoque, Jari e Araguari, no Amapá. A arte Kusiwa é uma tradição gráfica e corporal do povo indígena Wajãpi, cujas terras estão situadas dentro do recém criado Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, localizado nos estados do Amapá e do Pará.
A mais conhecida das procissões brasileiras, o Círio de Nazaré, em Belém do Pará, é um conjunto vibrante de manifestações religiosas que expressam a identidade cultural do povo amazônico.
Álbum contendo cd triplo e ensaios fotográficos de dona Militana. Considerada a principal guardiã do romanceiro medieval nordestino, Dona Militana teve seu momento de glória no início da década de 90, quando estudiosos da cultura popular do Rio Grande do Norte estiveram no Sítio Oiteiro, em São Gonçalo do Amarante, para ouvi-la cantar romances. Seu universo imaginário é feito de modinhas, xácaras, coco, toadas de boi, romarias, desafios, cancela, parcela, moirão, aboios, jornadas de chegança e fandango, gêneros que criam o ambiente propício para cantar histórias de reis, princesas, súditos, plebéias, cangaceiros, santos, escravos e coronéis.